De que adianta gostar do jornalismo, mesmo depois de 10 anos reportagem? Ele é que não gosta mais de nós, os repórteres. É como se nós fossemos o corno público e notório, manso!, que segue sua paixão pela noite, enquanto a danada flerta com um e outro, some no banheiro, sai pela porta dos fundos do boteco. O sujeito volta para casa, cabisbaixo; daqui a pouco chega a dita cuja, a maquiagem borrada, o amante a tiracolo, e ainda manda o pobre dormir no sofá. Estou com uma dor nas costas de matar!
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